Sempre tive medo de mostrar quem sou, até porque tinha medo de não ser quem estava mostrando. Realmente não tenho certeza desse ser que me habita, mas também não a quero ou espero mais como há algum tempo.
Entendi que é o turbilhão de ideias e sentimentos que me preenchem e esvaziam eventualmente que me movimenta. Balões preenchidos voam, mas eu nunca quis somente o ar, balões vazios repousam, mas eu nunca quis apenas a terra.
Gosto da diversidade e não me importo mais.
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