O que é isso?
Um alienígena com coração! Mas nem parece um coração, parece grama...
- Um coração erva daninha?
(...)
Nos olhos do outro me enxergo.(?) Não deveria eu estar enxergando os olhos do outro? Enxergando os olhos, enxergaria o outro? O que o outro enxerga em meus olhos? Todos os olhos outros que já enxerguei em mim?
sábado, 29 de dezembro de 2012
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Ridícula
Eu gosto é do ridículo, do brega.
Da idiotice da gargalhada, da sujeira de rolar na grama, do ultraje de falar com árvore.
De entrega em abraço, de ser “frágil” em sentimento, dos ouvidos de troca, das palavras de troca.
Eu gosto é do ridículo da construção, de mãos dadas e de silêncios acolhedores.
Gosto do desnecessário brincar e da perda de tempo que é o brilho nos olhos.
Gosto do frio aquecedor da chuva, e da mesmice de um pôr-do-sol.
Para quê parar para vê-lo se amanhã haverá outro?
Gosto da dança descontrolada, do cabelo bagunçado, de olheiras à vista, dos pés sujos de terra, das mãos lambuzadas de sorvete.
Gosto da pose perdida, porque ela pode ser perdida, meus momentos não.
"As vezes o que a gente acha que é ridículo, é o mais verdadeiro da gente."
Da idiotice da gargalhada, da sujeira de rolar na grama, do ultraje de falar com árvore.
De entrega em abraço, de ser “frágil” em sentimento, dos ouvidos de troca, das palavras de troca.
Eu gosto é do ridículo da construção, de mãos dadas e de silêncios acolhedores.
Gosto do desnecessário brincar e da perda de tempo que é o brilho nos olhos.
Gosto do frio aquecedor da chuva, e da mesmice de um pôr-do-sol.
Para quê parar para vê-lo se amanhã haverá outro?
Gosto da dança descontrolada, do cabelo bagunçado, de olheiras à vista, dos pés sujos de terra, das mãos lambuzadas de sorvete.
Gosto da pose perdida, porque ela pode ser perdida, meus momentos não.
"As vezes o que a gente acha que é ridículo, é o mais verdadeiro da gente."
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