terça-feira, 27 de setembro de 2011

A cor do movimento


Foto.
É tanta vida congelada.
Olhar o preto e branco do desconhecido
Me dá uma saudade
De um passado
Que eu não vivi
Mas que já foi presente:
Olhos que brilharam,
Mãos que trabalharam,
Vozes que tiveram som.

Vidas que tiveram e transpassaram-me cor.



Sombra da Máscara

Desencontrei-me tanto,
Que correndo por uma esquina escura,
Ao olhar para trás,
Avistei minha face de relance.
Quem disse que a reconheci?
Por não saber quem era, soube que era eu.

Na ciranda das letras, rodopia o significado





Palavra solta é perigo para quem lê.
O contexto está em mim.

domingo, 25 de setembro de 2011

Arrastada me deixei
Distorcer
Retorcida, a última gota pergunta:

Sobras, onde está o sabor?

terça-feira, 13 de setembro de 2011

De quando em quando, fico olhando para esse quadro em branco.
É tanta letra embaralhada...
Venho aqui na esperança de desafogar as palavras que continuam a se esconder nessa enorme gritaria que me faz ficar em silêncio.