quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Vida-desafio

Do momento que você precisa ser realmente forte.
Aliás, quantos foram sem percepção?

Para cuidar de si, e tentar ser para o outro.
Para lembrar-se da própria dor, sem deixar que ela doa.
Transformar em história, em experiência vivificadora!

Fazer falar quem quer gritar.
Escutar quem quer deixar tudo pra trás.

Para tentar passar vida aos que deram:
Tanta vida!

Das palavras guiadas, imensa gratidão!
Que cada história, cada luta,
Nunca seja em vão.


Somos muito mais força do que podemos pensar ou sentir.

domingo, 6 de janeiro de 2013

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Re(cém)descoberta

Após tantos soterramentos
Tanto entulho...

Arrancando 
os últimos destroços,
Finalmente posso.

Possuo!
Volto a ver!


O que me move

Realmente:
 É o movimento!


sábado, 29 de dezembro de 2012

O que é isso?

Um alienígena com coração! Mas nem parece um coração, parece grama...

- Um coração erva daninha?

(...)


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Ridícula

Eu gosto é do ridículo, do brega.
Da idiotice da gargalhada, da sujeira de rolar na grama, do ultraje de falar com árvore.
De entrega em abraço, de ser “frágil” em sentimento, dos ouvidos de troca, das palavras de troca.
Eu gosto é do ridículo da construção, de mãos dadas e de silêncios acolhedores.
Gosto do desnecessário brincar e da perda de tempo que é o brilho nos olhos.
Gosto do frio aquecedor da chuva, e da mesmice de um pôr-do-sol.
Para quê parar para vê-lo se amanhã haverá outro?
Gosto da dança descontrolada, do cabelo bagunçado, de olheiras à vista, dos pés sujos de terra, das mãos lambuzadas de sorvete.

Gosto da pose perdida, porque ela pode ser perdida, meus momentos não.


"As vezes o que a gente acha que é ridículo, é o mais verdadeiro da gente."

sábado, 24 de novembro de 2012

Do seco à flor

Cavoquei-me.
Até encontrar as minhas palavras.
Os meus sentidos.
Revirei-me.
Mas agora, posso celebrar a terra remexida.
Sinto que está boa para plantio,
apesar da dolorida bagunça,
De todo o espalhar da terra...
Arranquei com violência as ervas-daninhas,
Que eu mesma havia aceitado, quem sabe criado.
Com elas acabaram indo algumas flores repletas de vida.
Mas foram por necessidade de que a terra pudesse respirar novamente.
Fresca.
Posso sentí-la úmida entre os dedos.
Macia.
Pronta para novas sementes.
Para um novo brotar.

Há um novo entendimento de jardim.
De flor.
De vida.




quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Lágrimas, por favor, me abracem forte!
Porque a saudade já me estrangula...